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domingo, 25 de novembro de 2012

Robô rastreador

Robô rastreador
Neste post irei mostrar como fazer um robô seguidor de linha.
O conceito do robô e bem simples, ele possui dois sensores voltados para baixo de seu chassi. Estes sensores foram dispostos para identificar duas cores básicas: o preto e o branco.

Desenho do circuito


Vista dos sensores

Lista
D1,D2 Til32
Q1,Q2 Til78
Q3,Q4 BC547
Q5,Q6 TIP127
D3,D4 1N4001
R1,R4,R6,R8 10K
R2,R3 330R
R5,R7 4K7
C1 220uf
C2 100uf
Dois motores para 6VDC
Configuração dos sensores

placa


Este robô e bem simples, mais chama atenção, podendo ser usado em feiras de ciências, trabalhos e outros.


sábado, 17 de novembro de 2012

Transmissor de VHS e FM


Esta e uma montagem para que gosta de transmissores so lembrando  que tem leis para este tipo de montagem, esta montagem foi retirado de um revista, e funciona muito bem já montei e recomendo que a fonte seja muito boa e com um ótimo filtro pois os ruídos iram passar para o transmissor prejudicando a transmissão, eu usei com uma bateria de carro ficou muito limpa a transmissão.

Este transmissor de 4 transistores, com uma saída push-pull, tem uma potência que se aproxima de 2W e pode alcançar distancias muito grandes com antena apropriada. Sua alimentação determina a potência e pode ser feita com alimentação de 6V a 12v.
Para 6V recomenda-se usar pilhas medias ou grandes, dado o consumo. O circuito tem três ajustes em trimmers e um em trimpot para modulação. A modulação é externa, podendo ser feita com microfone ou então a partir da saída de um mixer ou outra fonte de sinal.
As bobinas determinam a faixa de frequência de operação, que pode ficar entre 50 a 110MHz, ou seja, em VHF, incluindo a faixa de FM. Temos então a seguinte tabela de bobinas.
Todas enroladas com referencia num lápis com fio encapado 22 AWG ou esmaltado de 18 a 24 AWG.
Frequência 50 a 88 MHz
L1---- 6 espiras
L2 ---4+4 espiras enlaçadas em L1
L3---6+6 espiras
L4---5 espiras enlaçadas em L3
Frequência 88 a 110 MHz
L1---- 4 espiras
L2 ---3 espiras enlaçadas em L1
L3---4+4 espiras
L4---4 espiras enlaçadas em L3
Os transistores admitem equivalentes, e para alimentação de 12 V os transistores Q2 e Q3 devem ser dotados de dissipadores de calor.
Para operar ajustamos CV1 para a frequência desejada e depois CV2 e CV3 para maior potência de saída.

Lista:
Q1 BC548
Q2 BF494 para 6V ou BD135 para 12V
Q3,Q4 BD135 ou BD137
R1 470K
R2,R7 10K
R3 1K
R4 47R
R5 2,2K
R6 220R
R8 6,8K
P1 220K trimpot
C1,C2 10uf 50V
C3 4,7uf 50V
C4,C7 10nf
C5,C8 100uf 50V
C6 100nf
CV1,CV2,CV3 trimmers ate 50pf.

  Circuito


Placa 

,

Fotos da montagem






quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Fonte de Alimentação Regulável


Um fonte de alimentação ajustável pode ser construída à partir de um cuidadoso projeto de regulador para tensão DC, alimentado por um transformador e um circuito de filtragem compatível com a corrente nominal desejada.
Ideal para ser usada na bancada, esta fonte garante ate 2A de corrente de saída, praticamente sem ruído na saída, a tensão e ajustada em aberto, não necessitando de para isso circuitos complexos.
Em caso de excesso de consumo ele zera automaticamente ou curto-circuito em sua saída, um LED indicara o estado da fonte aguardando que ela seja desligada e ligada novamente para voltar ao normal.
Para testar o funcionamento e verificar as características do circuito montado, você vai precisar de:
Um resistor de 4k7 ou mais para atuar como carga;
Dois resistores de 10r 30W para atuar como carga
Um multímetro
Primeiro ligue a carga de 4k7 na saída da fonte, em paralelo com o multímetro na escala de tensão continua de 30V, ligue a fonte e vá subindo a tensão gradativamente, verificando a indicação no multímetro. Ela deve iniciar em 0V a atingir o seu valor máximo de 16V.
Se a medida que você for girando o potenciômetro a tenção não aumentar ou passar do valor máximo verificar a montagem.
Com a tensão de saída funcionando corretamente, troque agora carga pela associação paralelo dos resistores de 10r, e coloque o multímetro em serie, na escala de corrente no mínimo 5 A . mantenha os resistores afastados dos fios pois eles iram esquentar, ligue a fonte e vá subindo a tensão de saída, observe que a corrente deve subir.
Atingindo o valor de 2 A, continue subindo ate próximo de 2,3 a 2,6 A, o circuito deve proteção deve atuar, zerando a tensão/corrente de saída, e indicando através do LED que ocorreu a sobre-carga.
Para testar o funcionamento e verificar as características do circuito montado, você vai precisar de:
Um resistor de 4k7 ou mais para atuar como carga;
Dois resistores de 10r 30W para atuar como carga
Um multímetro


Lista de material:
Q1,Q5 bc550
Q2 bd677
Q3 2n3055
Q4 bc556
D1 a D4 SK3 ou 1N5059 diodo retificador 2A
ZD1 bzx79c18 ou 1n967b diodo zener de 18v x 0,5W
R1,R2 1k2 1w
R3 150R 5W
R4 0,22R 5W
R5 100R
R6,R7 1k8 1W
R8 100k
C1,C2 2200uf 40V eletrolítico
C3 470uf 50V
C5 100nf cerâmico
C6 220 uf 50V
Transformador primário 110 + 110AC, secundário 20 VAC 3A
P1 2k2 potenciômetro linear rotativo
L1 LED verde 5mm
L2 Led vermelho 5mm
F1 fusível 500mA
Chave liga desliga, uma chave para troca de voltagem de entrada, dissipadores para o bd677 e 2n3055.
Espero que vocês gostem deixem comentários...
Ate mais!!!!




segunda-feira, 12 de novembro de 2012

TK85


Faz mais ou menos 1 ano que adquirir esta belezura, havia tido um em meados de 1997 mais não dei muito importância ao fato de estar com um pedaço da historia na mão, ele veio com 15 fita cassete com vários jogos e aplicativos bons tempos. O bom era ficar vendo a fita rodar para carregar os aplicativos e no final dar erro de leitura havia um jogo de karate que nunca dava certo !!!, agora ele esta de volta para minha alegria, vou aprender BASIC e construir um interface de potencia para poder controlar dispositivos com ele “fila de projetos” abaixo um pouco da historia do TK85, para aqueles que tiveram a hora de usar ele nos tempos áureo um pouco de nostalgia, e para que eles que não conhecem vale apena ver como era divertido programar;


 Fabricante: Micro digital Eletrônica Ltda
País: Brasil
Linha: Sinclair
Compatibilidade: ZX-81
Linguagem: Assembly e BASIC
Lançamento: Fev/1983
Processador: Z80 A (8 bits)
Clock: 3,25MHz
Memória RAM: 16 ou 48 Kbytes
Sistema Operacional: P 1
Tela modo texto: 24 linhas x 32 colunas
O TK85 era o equipamento mais evoluído de uma linha iniciada pela Microdigital com o TK82, TK82-C e TK83. Eram computadores pessoais de pequeno porte, ideais para iniciantes em computação, para uso doméstico, profissional leve ou educativo e aficcionados que queriam aprender informática sem grandes investimentos. Era um equipamento compatível em hardware e software com o micro inglês ZX81, da Sinclair.

Todo o sistema (CPU, memória, teclado, etc) se aloja em uma caixa de plástico negro de 23,5cm X 14,3cm X 4cm, pesando 500g. Usa uma fonte de alimentação externa ligada à rede elétrica normal. A corrente de alimentação (110 ou 200 V CA) é convertida em 10V CC.

O programa monitor (sistema operacional ) e o interpretador BASIC estão pré-gravados em uma ROM de 10Kbytes.

Todos os componentes eletrônicos do TK85 são montados em uma única placa de circuito impresso. Na parte posterior da caixa existem vários conectores, três do tipo "jaque". O primeiro (DC) serve para conectar a fonte de alimentação. Os dois jaques restantes (MIC e EAR), para microfone e fones de ouvido, respectivamente, são utilizados para conectar-se o computador a um gravador cassete comum. Outro conector é do tipo coaxial (vídeo) e serve para ligar o micro à entrada de antena externa de um receptor de TV convencional. Existem também uma tomada fêmea tipo DIN, para conexão a um joystick e um conector especial de múltiplos contatos (expansão), que dá acesso a todos os sinais do microprocessador (barramento interno) ao qual se pode ligar uma ampla gama de extensões e periféricos.

O TK85 usava gravador de fita cassete como memória auxiliar. As funções mecânicas precisam ser controladas manualmente, pois o gravador não dispõe de conexão para acionamento do motor (REMOTE). Dispõe de duas velocidades de gravação e leitura: a normal, de 300 bauds e a alta, de 4.200 bauds (que exige o emprego de gravadores de boa qualidade e fitas de baixo ruído).

Para carregar um programa era preciso ligar a tomada "EAR" do TK85 a tomada do fone de ouvido do gravador. O controla do volume do gravador era girado até 3/4 do máximo e o controle de tonalidade era ajustado no modo mais agudo possível.

O TK85 tinha como periféricos um joystick, gravador cassete, gerador de sons, permitindo a gravação de três canais de som, impressora (TK Printer) de 32 colunas, velocidade de 45 cps e pesando apenas 300gr, utilizava papel térmico especial, em rolo. Outros periféricos e interfaces podiam ser ligados através do barramento próprio.

O software era composto pelo programa monitor, em extenso interpretador BASIC científico, ambos gravados em ROM de 10Kbytes. O BASIC tinha 46 comandos e 37 funções matemáticas e de manuseio de cadeia de caracteres, edição de programas, etc. A programação em linguagem de máquina era possível diretamente do BASIC, ou por programas montadores (Assembler Z80).

Havia grande número de programas aplicativos oferecidos (gravados em cassetes) nas áreas de entretenimento e lazer, educação, financeira e administrativa, profissional, etc.

TECLADO
O teclado do TK85 é do tipo QWERTY, incorporado à própria caixa do sistema e é do tipo mecânico simplificado, ou seja, teclas móveis pequenas (de borracha), multifuncionais. O teclado é bastante compacto, comandando até 160 funções e caracteres com apenas 40 teclas. Isso é conseguido atribuindo-se várias funções (até cinco) a uma mesma tecla. A alternância entre funções é realizado pressionando-se as teclas SHIFT, FUNCTION ou GRAPHIC, ou automaticamente, conforme o que se esteja digitando.
Uma particularidade interessante do TK85 e todos aqueles compatíveis com o ZX80, ZX81 e ZX-Spectrun, inglês, é que não se faz necessário digitar letra por letra o nome completo de comandos, instruções e funções da linguagem BASIC. Ao se pressionar uma tecla, o nome da instrução a ela associado é transmitido por extenso ao micro e à tela. Esse modo de representação consegue tamb&eacutém economia considerável de tempo de digitação e evita muitos erros de ortografia e sintaxe, o que faz do TK85 um micro bastante apropriado para principiantes.

VÍDEO
O TK85 utiliza como vío um aparelho de TV doméstica preto e branco ou em cores (embora a imagem seja sempre monocromática), que é ligado ao micro por um cabo blindado coaxial. A conexão é feita através da antena externa, devendo ser sintonizado no canal 2 de VHF.
A tela tem 24 linhas de 32 caracteres, só maiúsculas, caracteres negros sobre fundo branco, os caracteres também podem ser representados em vídeo inverso (branco sobre fundo negro). A resolução gráfica é de 64 pontos na horizontal por 44 na vertical.
Texto retirado de http://www.mci.org.br/micro/microdigital/tk85.html

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Dica de curso.

Uma dica neste site tem vários curso de gratis, vamos aproveitar pois os cursos são oferecidos pelo governo federal, e só fazer um cadastro para ter acesso aos cursos.
Um pouco do site o endereço e este http://comunidade.cdtc.org.br/, vala pena dar uma olhada!!!!

Apresentação

A revolução digital tem um agente universal, intermediador da inteligência humana - o software. Ele é quem realiza o potencial oferecido à criatividade do homem contemporâneo pelo computador, redesenhando fronteiras e modelos das suas interações sociais. Ele define e dá sentido ao ciberespaço, onde é a lei, gerando novas culturas e dependências.

Todo esse poder traz riscos e responsabilidades. A economia de escala nos seus processos de arquitetura, produção e negócio favorecem os monopólios, podendo implicar em dependência a formatos e padrões proprietários e às suas consequências. Responsabilidades repousam na escolha e adoção coletivas de formatos e padrões digitais que irão controlar o alcance, a natureza e o poder desta intermediação.

O papel social do software tento pode promover como reprimir representações das liberdades humanas, submissas às liberdades do mercado na nova economia. O software livre, com seu código aberto e propriedade coletivizada, exploram peculiaridades do ciberespaço para nos oferecer alternativas socialmente equilibradas, globalmente eficientes e sadias aos desafios da arquitetura, produção e negócio do software. Ele é fruto da consciência cidadã, atuando na dimensão social desse poder intermediador da inteligência e vontade humanas.

Provas de seu sucesso estão no conjunto de protocolos abertos para intercomunicação entre redes - o alicerce TCP/IP da Internet, no sistema operacional GNU/Linux e em outros. Foi alcançado porque, na economia do ciberespaço, onde a moeda é o significado da informação, a cooperação pode ter custo/benefício superior ao da competição. Seu desenvolvimento não é guiado por fluxos de caixa, mas sim por sinergia e necessidades específicas, onde as decisões evolutivas e o custo para depuração e suporte são diluídos na sua base produtora, que nele investe em busca de ganhos indiretos. Estes ganhos são amplificados pela estabilidade, agilidade e confiabilidade do seu produto, num mercado livre de pressões monopolistas, vendas casadas, forçadas ou precipitadas.

Sua evolução tanto poderá completar a revolução desmonopolizante iniciada nos anos 80 com o downsizing, como ser criminalizada por legislação privatizante e protecionista de grandes interesses paroquiais.

Consciente da importância do papel do estado, tanto na intermediação no mercado de software quanto na construção de uma sociedade mais justa e solidária, o ITI - Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, através do projeto CDTC - Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento, vem propondo a união de esforços entre o setor público e as universidades que fazem parte do estado com objetivo de ampliar o conhecimento da sociedade no uso do software livre.

Este projeto considera que os recursos disponibilizados serão de intenso impacto social, ampliando as liberdades individuais com o acesso da tecnologia pela sociedade, tendo ainda o estado uma grande economia de recursos a partir do usos de licenciamentos livres, permitindo assim que a economia com os recursos despendidos anualmente em licenças proprietárias de softwares, garanta o aquecimento de um mercado emergente, permitindo o acesso e apropriação tecnológica pelo próprio mercado nacional.

O projeto

Iniciado em 25 de agosto de 2004, através de acordo assinado entre o ITI e a IBM Brasil. O CDTC se estruturou fisicamente durante os dois primeiros anos, preparando o ambiente na universidade (realizado pelo ITI) e instalando os equipamentos que foram doados pela IBM.

Em 26 de novembro de 2005 entrou no ar os quatro primeiros cursos ofertados pelo CDTC: Filosofia GNU, escrito pelo então gestor do projeto CDTC, Djalma Valois Filho; Instalação do OpengroupWare, produzido pelos servidores da Radiobrás; BrOffice, produzido pelos estagiários do CDTC contratados pela IBM e o curso de Qualificação de Tutores de Moodle, produzido a partir de material da UNB. Os quatro primeiros cursos tiveram o envolvimento de 548 pessoas.

Em Julho de 2006 a IBM finalizou sua participação no projeto, cabendo ao ITI a continuidade dos trabalhos. Possuímos hoje mais de 200 cursos, sendo ofertada 60 turmas por semana entre dois sites, tendo cada site cerca de 25.000 alunos, dispostos em mais de 1400 cidades brasileiras. Temos hoje mais de 3200 empresas privadas que usam o CDTC para formação de seus empregados, 1800 instituições públicas que obtém no projeto CDTC o apoio necessário para a qualificação dos seus trabalhadores.

http://comunidade.cdtc.org.br/

domingo, 4 de novembro de 2012

Temporizador transistorizado


Diferente dos outros temporizador este usa um capacitor para contar o tempo ao invés de um CI555, dependendo do capacitor usado poderemos ter intervalos de tempo situados entre alguns segundos e alguns minutos para este temporizador.
O dispositivo externo controlado pode ser alimentado por pilhas ou mesmo a rede elétrica, já que usaremos um rele.
São usados poucos componentes e a alimentação e feita com 4 pilhas comuns. Teremos o calculo dos componentes que influenciam diretamente nos tempos obtidos.
Os dois transistores são ligados na configuração Darlington, de modo a multiplicar seu ganho. No emissor do segundo transistor e ligado o rele. Na base do primeiro transistor, temos um circuito RC que consta de um potenciômetro de ajuste de tempo, um resistor e um capacitor.
Quando ligamos a alimentação do aparelho,  a tensão, inicialmente nula no capacitor, começa a subir lentamente, devido a sua carga, através do resistor  e do potenciômetro. Quando esta tensão atinge um valor em torno de 1,4V, as duas junções emissor-base dos transistores podem ser polarizadas no sentido direto, ocorrendo, então a condução destes componentes. O relé é, assim energizado, fechando seus contatos. Abaixa a formula para o calculo do tempo:


Nesta formula os fatores β são os ganhos dos transistores usados. Como estes fatores variam muito de transistor para transistor, no cálculo é conveniente adotar um valor mínimo de 200 para o BC548.
O capacitor C1 pode ter valores na faixa da 10 a 470uf. Valores mais altos apresentam fugas elevadas, o que pode prejudicar o disparo do circuito.
Lista de peça
2 BC548
1 diodo 1N4148
1 interruptor de pressão 
1 interruptor simples
1 relé
1 potenciômetro 1M
1 resistor de 10K
C1 capacitor eletrolítico de 10 a 470uf